1 de ago. de 2009

O que não devemos comer fora de casa.

Dizem que errar é humano mas persistir no erro é burrice. Devo confessar que tenho repetido meu erro ultimamente. Tenho feito algumas viagens para o Rio de Janeiro nos últimos tempos... Como todos sabemos a cidade é realmente maravilhosa, as pessoas são mais descontraídas e o clima costuma ser um pouco melhor que o de outras capitais. Mas tem uma coisa que não dá para negar...ninguém entende melhor de cozinha do que paulista. Talvez não só o paulista nato, mas também aquele que trabalha na cidade.
Por exemplo, descentende de italianos minha paixão por massas é grande então aonde vou eu sempre peço uma bela pasta. Errado! Não se come macarrão fora de São Paulo!
O carioca é bacana, manda bem no caldinho de feijão (diga-se de passagem para mim o melhor feijão do Brasil é servido no Rio de Janeiro), o nordestino tem abundância nos peixes e o servem muito bem, mas pasta definitivamente é em São Paulo.
Segundo erro... voltando cansando e faminto numa ponta aérea RJ-SP pela Gol me pego sonhando acordado com aquela comidinha caseira sem igual quando a comissária anuncia em alto e bom som: "Queridos passageiros, para tornar nossa viagem mais agradável iniciaremos nosso servido de bordo. Hoje serviremos um "delicioso" cheeseburger de pichana e bebidas para acompanhar..." Delicioso cheeseburger? Para acompanhar o cheeseburger posso trocar a bebida por um Gelmax aquela contra azia e má digestão???
Pois é... esse lanche é azia na certa! O pior é que não tem como escapar. Você está a 10mil metros de altura e precisa comer alguma coisa pois seu estomago não te deixa em paz... e dá-lhe o McGol!
Então amigos, aqui fica a dica... nada de cheeseburguer de pichana. Quer um bom lanche? Coma em solo mesmo em qualque butiquim da cidade.

Terceira dica para evitar problemas gastro-intestinais em trânsito: Pernil em porta de estádio. Esse se compara ao churrasco grego, agora com a globalização também conhecido como kebab.
Não importa se seu time ganhou e você quer comemorar, não importa se seu time perdeu e você pensa em se matar. Evite o lanche de pernil de porta de estádio. Esse "morte lenta" é traiçoeiro pois tem um perfume chamativo e sabor até agradável, mas suas consequências são desmedidas.

Se você tem alguma dica de alimentos que estamos acostumados a comer por ai, mas que deveríamos evitar escreva também.



Equipe GpM!!! agradece!

27 de jul. de 2009

Doença ou Redenção?


No programa de televisão que é exibido nos aviões da TAM, vi uma matéria muito interessante que me fez parar para pensar. Era sobre anorexia.
Nós conhecemos casos de garotas que deixam de comer por pura vaidade (eu mesmo tive uma namorada assim), pessoas que ficam vidradas nas tendências da moda, querem ser como algumas modelos e pensam que dessa forma (ou sem forma) serão mais aceitas. Mas será que estamos sendo precoces no julgamento quando dizemos que ela estão erradas? Que elas não deveriam agir assim? Que a moda está forçando os limites???
Será que essas garotas não estão pensando em algo que nós ou a mídia esquecemos? A comunhão com o Sagrado? Com Jesus?
Nos tempos antigos a auto flagelação era sinônimo de servir a Deus. O jejum é um exemplo. Será que num mundo "perdido" como o nosso, essas garotas estão dando o primeiro passo para a redenção??? Vale a pena ler o texto a seguir.

Anorexia: A magreza já foi santa
Se hoje as mulheres param de comer para atingir um padrão de beleza, na Idade Média as anoréxicas procuravam a comunhão com Deus
por Álvaro Oppermann
A adolescente italiana Catarina Benincasa, filha de um artesão da Toscana, não conseguia mais comer. Magérrima e extremamente pálida, ingeria por dia um pedaço de pão com ervas cruas. Às vezes, o estômago não suportava nem esse pouco e ela vomitava. Catarina não era obcecada por um corpo esbelto. Longe disso – estava se lixando para a beleza física. Mais tarde, ficou conhecida como Santa Catarina de Sena (1347-1380). E virou uma das jejuadoras mais ilustres da história.
Por toda a Idade Média, centenas de moças, como Catarina, deixaram de comer para sofrer como Jesus Cristo. Caso, por exemplo, das mulheres que ficaram conhecidas como Santa Clara de Assis (1193-1253) e Santa Rosa de Lima (1586-1617), esta última peruana. Só assim acreditavam entrar em comunhão com Deus.
Hoje, historiadores denominam esse tipo de comportamento de “anorexia santa”, que tem sintomas parecidos com os da moderna anorexia nervosa. A doença, atualmente, é considerada um transtorno do comportamento alimentar que se caracteriza por uma grave restrição de ingestão de alimentos, pela busca incessante da magreza, distorção da imagem corporal (a pessoa acha todo mundo magro, menos ela), medo mórbido de engordar e ausência de fluxo menstrual. “Através dos séculos, os médicos depararam com sinais e sintomas similares, mas suas interpretações foram coloridas pelas crenças da sociedade em que viveram”, diz o médico inglês J.M. Lacey, autor de um artigo sobre o tema para o British Medical Journal.
O hábito de jejuar existe na história ocidental desde pelo menos o Egito antigo. Lá, quem quisesse ser iniciado nos mistérios dos deuses Ísis e Osíris tinha de passar antes uns bons dias sem comer. A Bíblia está repleta de casos de jejuns voluntários, praticados, por exemplo, por Moisés e Jesus Cristo. Até no Oriente, reza a lenda que Sidharta Gautama, o Buda histórico, jejuou intensamente antes de atingir a iluminação. Mesmo quem desconhecia o jejum para fins místicos, como os gregos, o adotavam: Hipócrates (460-370 a.C.) o receitava como tratamento de doenças.
Segundo a psicanalista Cybelle Weinberg e o psiquiatra Táki Cordás, autores do livro Do Altar às Passarelas – Da Anorexia Santa à Anorexia Nervosa, depois da Idade Média a Igreja começou a ver com maus olhos os casos das santas jejuadoras – poderia ser possessão diabólica, e não santidade – e o hábito caiu em desuso. Nos conventos, bem entendido, porque o jejum migrou para as feiras populares. No século 17, várias moças que, garantia-se, passavam semanas sem comer, se apresentavam para o povão. Eram as “virgens jejuadoras”. Uma delas, a inglesa Martha Taylor, de 19 anos, dizia ter jejuado por 13 meses. No século 19, outra virgem, Sara Jacobs, teve um fim trágico. Aos 10 anos, foi posta pelos pais como atração de circo nos Estados Unidos, mas acabou morrendo aos 12 de inanição. Os pais de Sara, considerados culpados de negligência, foram condenados a trabalhos forçados.


E para ilustrar um pouco dessa idéia de vaidade doentia segue o link de um video clip muito bom, um dos meus preferidos. Escutem bem alto!!!

http://www.youtube.com/watch?v=xZ9kBQrZXOI

Sendo_Thot


GpM!

Reativação!

Caros,

É com grande prazer que anuncio a reativação desse blog. Após tantos pedidos vamos voltar com as postagens e mensagens. Por motivos que não precisam ser revelados foi necessário o bloqueio do blog, mas agora podemos voltar trocar idéias, pensamentos, sugestões, tudo.
Em breve teremos uma nova área no blog onde iremos oferecer alguns produtos e que todos vocês poderão participar da concepção deles!

Em nome da equipe GpM! um Muito Obrigado pela consideração!


Forte abraço!


Sendo_Thot